domingo, 26 de abril de 2015

Alejandro Valverde não tem idade

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É uma discussão sem fim, mas Alejandro Valverde ganhou esta semana mais argumentos para se colocar como o melhor ciclista da atualidade e sem dúvida um dos melhores de sempre. Completou ontem 35 anos, venceu hoje a Liège-Bastogne-Liège e parece nos melhores anos da sua vida.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Antevisão Liège-Bastogne-Liège 2015

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Para muitos trepadores que querem vencer uma grande prova de um dia a sua oportunidade está na Valónia e chama-se Liège-Bastogne-Liège. Nela, à parte dos classicomanos como Bartoli (1997 e 98), Bettini (2000, 02) ou no ano passado Gerrans, têm uma palavra a dizer trepadores como Valverde (2006, 08) e Vinokourov (2005, 10) ou outros sem ponta de velocidade que lhes seja reconhecida como Andy Schleck (09) e Daniel Martin (2013). Tudo se resume a atacar na altura certa.

domingo, 12 de abril de 2015

John Degenkolb de Milão a Roubaix

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Quando um ciclista ganha dois Monumentos no mesmo ano é necessariamente um fora de série e John Degenkolb é.

Os cinco Monumentos não são necessariamente as cinco mais animadas provas de cada ano, porque todas as provas (de um dia ou por etapas) têm melhores e piores edições. E tampouco é justo dizer deles que são os "agora chamados Monumentos".

sábado, 11 de abril de 2015

A lendária Paris-Roubaix do mito Bernard Hinault (por Fernando Blanco)

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Por Fernando Blanco

O mundo ciclístico no início de 1981 vivia a expectativa de que o francês Bernard Hinault, então com 26 anos, seria o grande sucessor do herói nacional Jacques Anquetil – Merckx era considerado inatingível, até porque nesta idade o Canibal já tinha um palmarés vastamente superior ao do francês.

Com sua personalidade obstinada, Hinault havia sido campeão do mundo no ano anterior, no torturante circuito de Sallanches, e era o melhor ciclista de Grand Tours pós-Merckx: duas vitórias no Tour de France, uma no Giro e uma na Vuelta. Várias outras viriam pela frente.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Paris-Roubaix 2015: Kristoff como homem a bater

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Terpstra e Kristoff, primeiro e segundo na Ronde. Vencedor de Roubaix 2014 e maior favorito em 2015
Foto: CyclingTips.com.au
Cada cultura tem os seus símbolos e o Paris-Roubaix é um dos mais destacados no mundo do ciclismo, com os seus setores de pavé onde os ciclistas são chamados a enfrentar o caos e os tormentos.

Volta a Flandres e Paris-Roubaix são belíssimas corridas quase por definição, ambas com muitas pedras, com muitos protagonistas que se repetem mas com importantes diferenças. Por contraste com os muros da Ronde, no Inferno do Norte são 52,7 quilómetros de pavé divididos por 27 setores planos, fazendo deste o Monumento em que a seleção se inicia mais distante da meta. Também é aquele em que a sorte e o azar jogam um papel mais importante, bastante mais que nas clássicas de Flandres. Um problema mecânico a 100 quilómetros do Velódromo, com o pelotão já muito alongado e os carros de apoio atrasados, pode ser a sentença. Para evitar isso, as equipas com ambições em Roubaix enviam um batalhão para o Norte de França. Mais do que os nove ciclistas, estarão presentes muitos mecânicos, massagistas e amigos, vestindo o respetivo equipamento e de roda no ar, ao longo dos setores de pavé, para poder prestar assistência caso necessário. À parte do Paris-Roubaix, no próximo domingo apenas se disputa a Klasika Primavera espanhola, e apenas com uma formação World Tour, a da casa, a Movistar. Só importa Roubaix.

domingo, 5 de abril de 2015

Terpstra foi excelente, Kristoff Monumental

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Foto: The Guardian
Alexander Kristoff vinha desde o ano passado a afirmar-se como maior ameaça para este período entre a Milano-Sanremo e o Paris-Roubaix, por ser perfeitamente capaz de ultrapassar qualquer dificuldades (as colinas da Liguria, os muros de Flandres ou os setores do Norte de França) e o mais rápido dos classicomanos. E se Kristoff já representava um grande perigo pelo demonstrado na última época, ainda pior ficou depois do seu rendimento nos Três dias de De Panne desta semana, em que venceu três etapas e a classificação geral.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

A grande Volta a Flandres de Eddy Merckx (por Fernando Blanco)

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Por Fernando Blanco

Em abril de 1969, Eddy Merckx tinha apenas 23 anos de idade e seu palmarés já era impressionante, acumulando vitórias do vulto de um Campeonato do Mundo, um Giro d’Italia (vencendo todas as ‘Maglias’), 3 Milano-San Remo, Paris-Roubaix, Flèche Wallone, Gent-Wevelgen e Paris-Nice. Com o fim de carreira de Anquetil e Van Looy, Eddy era o melhor do mundo. A dúvida era quando se tornaria o melhor da história.

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