segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

10 momentos marcantes de 2014

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Foto: CyclingTips.com.au
Já faz algum tempo que não temos ciclismo em direto e ainda falta demasiado tempo para que a próxima temporada arranque. Com as saudades a apertar, hora para recordar 10 momentos marcantes de 2014.

terça-feira, 11 de Novembro de 2014

Kreuziger: cliente de Ferrari em 2006, suspenso em 2014

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Kreuziger está apertado
A temporada terminou e, à semelhança dos últimos anos, o encerramento de equipas de primeira linha sobrepõe-se à criação de novos projetos de elite. É tempo de entradas, saídas, ainda algumas negociações e incertezas para alguns ciclistas. Não apenas entre os que estão sem contrato. Entre os dossiers pendentes está o de Roman Kreuziger, suspenso antes do Tour, inocentado pelas autoridades checas no final de setembro e agora a aguardar decisão do TAS sobre o recurso interposto pela UCI e pela Agência Mundial Anti-Doping.

quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Crónicas do Novo Ciclismo: do regresso de Saiz e da pandilha da Tinkoff

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Saiz, Heras, Hamilton, Riis. Dois foram afastados. Um está de regresso. Outro nunca saiu
A estreia de Crónicas do Novo Ciclismo teve uma reação francamente positiva, muito mais do que esperava. Por outro lado, quando há algumas semanas tive a ideia desta rubrica, não pensei que fosse tão difícil fazê-la acompanhar os mais recentes desenvolvimentos. Não sei se por falha minha, que sou demasiado lento a escrever, se porque nas últimas semanas tivemos demasiada porcaria a sair, ou se por um misto das duas.

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Irá alguém aceitar o desafio de Tinkoff para correr as 3 grandes?

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Os 4 desafiados: Quintana, Froome, Nibali e Contador
O desafio foi recentemente lançado por Oleg Tinkoff: um milhão de euros (a dividir) se Contador, Froome, Nibali e Quintana disputassem as três grandes voltas em 2015. Tinkoff tem esta capacidade de se fazer notícia pela sua excentricidade e pelo constante quebrar da normalidade, mas a sua ideia não deverá passar do falatório à prática.

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Crónicas do Novo Ciclismo: de Vaughters e Vinokourov

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Armstrong, Vaughters, Manolo Saiz e Vinokourov. Um está banido. Dois são diretores desportivos. Outro regressa em 2015
A temporada terminou. O Paris-Tours no domingo marcou o encerramento das grandes provas e dois dias depois foi a despedida do World Tour, com a Volta a Pequim. Sem a competição, poderia tornar-se complicado manter um blog de ciclismo vivo. Mas é sem a competição que o tempo se abre para outras histórias e outras figuras prodigiosas em histórias.

sábado, 11 de Outubro de 2014

Ninguém quer correr a Volta a Pequim

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Vai uma voltinha de bicicleta?
A segunda etapa da Volta a Pequim foi reduzida em 35 quilómetros. A organização foi forçada a diminuir a etapa para 111 quilómetros de extensão de forma a evitar sérios problemas com os ciclistas, porque ninguém quer correr a Volta a Pequim.

Está é a última edição de uma prova criada em 2011 pela UCI, criada à imagem do que a UCI quer para o ciclismo. Ciclistas que não querem estar em Pequim, representam equipas que não querem estar em Pequim, patrocinadas por empresas sem interesses em Pequim, ou sequer na China. Mas são obrigadas, porque pertence ao World Tour.

quinta-feira, 9 de Outubro de 2014

Andy Schleck: chegou novo, pedalou rápido, partiu cedo

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Algum dia Di Luca iria quebrar. Tinha sido quarto em 2005, desde o primeiro dia que estava na frente dos seus adversários, já levava duas vitórias de etapa nas duas primeiras semanas de prova mas muitos duvidavam que Di Luca venceria aquele Giro 2007. Era um classicomano, bom na média montanha, mas não um trepador. Já tinha sido expulso de um Tour, já tinha sido suspenso uma vez (seria ainda mais duas) e todos esperavam o dia em que Di Luca quebrasse (sobretudo) perante Simoni e Cunego, dois ex-vencedores. Algum dia teria que quebrar.

Mas à medida que os dias e as montanhas passavam, à medida que Di Luca ia solidificando a sua candidatura à vitória, um jovem iam surpreendendo toda a gente. Pela primeira vez na Corsa Rosa desde 1994, a classificação da juventude era liderada por Andy Schleck, luxemburguês, 21 anos, levando a camisola branca entre os melhores trepadores da prova. Era segundo classificado na geral. Até então tinha um palmarés ao nível de um ciclista talentoso de 21 anos, com alguns bons resultados, inclusive vitórias, mas nada que o colocasse em destaque nas antevisões daquele Giro. No final, o segundo lugar era uma enorme surpresa.

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