| Abençoados pelo Anjo da Guarda do ciclismo português: Liberty Seguros |
terça-feira, 29 de julho de 2014
Volta a Portugal 2014: sobre o percurso e participação
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
A Tripla Coroa de Vincenzo Nibali
Maio de 1968, Felice Gimondi é coroado em Bilbao vencedor da Vuelta a España e conquista assim a tripla coroa das grandes voltas, depois da vitória no Tour de 1965 e do Giro de 1967. Gimondi era o segundo ciclista a alcançar tal feito, depois de Jacques Anquetil, e desde então apenas mais três o conseguiram: Merckx, Hinault e Contador. Vincenzo Nibali junta-se amanhã ao clube.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Entre eles faz-se um bom Tour
| E um fica fora do pódio |
O triunfo está desde muito cedo entregue a
Vincenzo Nibali, mas esta tem sido uma Volta a França com história, e com histórias
dentro de cada etapa.
domingo, 20 de julho de 2014
Regressam os franceses, e acabaram as duas velocidades?
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Hora dos Alpes
| Entrará novamente sozinho na meta? Diante de todos? |
quarta-feira, 16 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
É na adversidade que se vê quem são os campeões
O ciclismo é esta novela sem guião em que os
protagonistas mudam a qualquer instante. Falava na última crónica na força
física que estes ciclistas têm e na contrastante debilidade que os coloca
sujeitos às vicissitudes da corrida. No dia seguinte o Tiago Machado foi para a
fuga do dia e fez aquilo que melhor sabe, que é dar guerra. A Astana queria
ceder a camisola amarela para não ter que trabalhar no dia seguinte e o
requisito para a entregarem era apenas um: não ameaçar a luta
pela vitória. Posto isto, o melhor posicionado na fuga levava o maillot jeune.
sábado, 12 de julho de 2014
Aspirações intactas para os portugueses
Não há dúvida quanto à força dos ciclistas que lutam pelos primeiros lugares do Tour, força física e psicológica, mas ao mesmo tempo são tão débeis quando o adversário é o azar. Que o diga Chris Froome, Tejay Van Garderen, Andrew Talansky ou muitos outros que experimentaram o alcatrão francês esta semana com mazelas físicas e desportivas. Nesse sentido, esta era (e ainda é) uma semana para salvar, e apesar de alguns azares, Rui Costa e Tiago Machado têm conseguido.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Nibali como elogio ao ciclismo
Uma clássica da primavera? Pelos pavês, talvez, mas foi
num clima invernal (em julho) que Chris Froome abandonou o Tour, depois de três
quedas em dois dias, deixando a prova órfã de um dos principais candidatos à
vitória final. Se para Froome foi um dia de pesadelo, para Nibali e a Astana
foi um dia de sonho. Um dia em que a equipa cazaque funcionou de forma perfeita
e Nibali mostrou uma vez mais ser um elogio ao ciclismo em forma humana.
domingo, 6 de julho de 2014
Vincenzo Nibali, um Tubarão inteligente
A região de Yorkshire e as cidade de Leeds, Harrogate, York e Sheffield podem estar satisfeitas. A afluência do público foi magnífica, tudo o que a organização podia controlar nestes dois dias decorreu sem incidentes e a chuva não aparece. Mas mesmo sem chuva, é um tubarão quem lidera o Tour, Lo Squalo Vincenzo Nibali. Um ciclista fantástico.
sábado, 5 de julho de 2014
Um mar de gente na rua, e aí está Kittel
Inglaterra saiu à rua para ver passar o Tour. São sempre questionadas as partidas das grandes voltas fora das próprias fronteiras mas a etapa de hoje serve como brilhante resposta a essas questões.
As neutralizações de percurso que os ciclistas e o seu staff terão de fazer nestes dias não são brandas, mas também não tão duras como outros com que se deparam durante a temporada. A região de Yorkshire e as suas cidades pagaram (e muito) para receber o Tour e o público respondeu positivamente. Foi perante uma incrível massa humana que os 198 ciclistas deste Tour percorreram os 190 quilómetros de hoje. As imagens essas foram belíssimas, levando ao mundo os verdes campos do Norte de Inglaterra e a enorme sensação de paz que provocam. O final, numa larga e longa reta, era propícia a um excelente sprint.
As neutralizações de percurso que os ciclistas e o seu staff terão de fazer nestes dias não são brandas, mas também não tão duras como outros com que se deparam durante a temporada. A região de Yorkshire e as suas cidades pagaram (e muito) para receber o Tour e o público respondeu positivamente. Foi perante uma incrível massa humana que os 198 ciclistas deste Tour percorreram os 190 quilómetros de hoje. As imagens essas foram belíssimas, levando ao mundo os verdes campos do Norte de Inglaterra e a enorme sensação de paz que provocam. O final, numa larga e longa reta, era propícia a um excelente sprint.
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